
A AMATA acredita que as espécies nativas têm potencial para serem cultivadas em plantações com diversos fins florestais, como produtos madeireiros e não madeireiros, fibras, energia e serviços ambientais.
A silvicultura de florestas nativas é uma atividade nova no Brasil. A AMATA acredita que é possível aplicar a essa área uma grande quantidade de informações e técnicas provenientes do plantio de espécies exóticas, área em que o Brasil está entre os países mais avançados do mundo. Esse conhecimento pode permitir o desenvolvimento de diversos modelos florestais: monoculturas, plantios mistos com espécies de crescimento rápido e longo, plantios mistos ou monoculturas intercalados com a preservação de florestas remanescentes nativas, na forma de mosaicos florestais, por exemplo.
A AMATA enxerga uma grande oportunidade na recuperação de áreas degradadas por meio do plantio de florestas nativas, com a possibilidade de incluir áreas de uso livre, de reserva legal ou de preservação permanente.
Assim como no manejo, a plantação de espécies nativas também pressupõe a aplicação de técnicas bastante sofisticadas, que incluem um profundo conhecimento das características do solo a ser utilizado – seus nutrientes, sua capacidade hídrica, seu relevo –, do processo de produção de sementes e mudas, das atividades de plantio propriamente ditas, da manipulação da terra para o plantio, da condução do crescimento das árvores, do controle de pragas, da fertilização e das operações de colheita e transporte.
Uma das áreas mais relevantes nesse campo é a identificação das espécies aptas à silvicultura, que tem demandado da AMATA uma intensa relação com as redes de pesquisa envolvidas com esse tema no Brasil e no exterior.
Nos documentos aqui disponibilizados, a empresa apresenta os conceitos gerais que norteiam sua atuação em relação ao plantio de espécies nativas.
Saiba mais:
Operações Plantações de Espécies Nativas (PDF - 12,793Mb)