
O mercado de espécies nativas tem passado por um grande processo de transição, estando cada vez mais associado a garantias de rastreabilidade, certificação e adoção de boas práticas socioambientais.
Até pouco tempo atrás, as pessoas compravam madeira sem preocupação com a devastação das florestas. Hoje, o consumidor final, bem como as cadeias de transformação e de varejo, tem grande preocupação com a origem e a reputação dos produtos provenientes das florestas tropicais, de forma a garantir que não sejam resultantes de exploração predatória.
Outro elemento fundamental deste mercado é a diversidade de espécies e produtos, diferentemente do mercado de madeiras exóticas, o que torna sua gestão bastante complexa. Essa multiplicidade de espécies tem como resultado diferentes possibilidades de uso para cada tipo de madeira, o que poucos consumidores conhecem.
As estratégias comerciais devem, assim, procurar tornar o consumidor mais próximo do mundo florestal. Para isso, na visão da AMATA, a gestão da informação e do relacionamento com os clientes é crítica. As informações sobre os produtos florestais devem ser comunicadas de forma adequada aos diversos elos da cadeia comercial: consumidor final, redes de varejo, lojas de móveis, mercado em geral.
Saiba mais:
Revisão sobre Paricá (PDF - 7,72Mb)